A importância da educação empreendedora

Querido leitor, como vai?

Hoje falaremos sobre como a importância da educação empreendedora em nossa trajetória.

Se pararmos para avaliar existem muitas diferenças entre genialidade, talento e vocação. Gênios são espécies raras. Eles transcendem épocas e culturas. Lembre-se de Sócrates, Platão, Freud e Einstein. Como filósofos, utilizaram seus talentos e vocações em prol da humanidade. Serão sempre gênios – seja lá qual for a época e o lugar.

Aqueles que encontram a tal semente da genialidade tornam-se figuras célebres, que ultrapassam séculos e fronteiras. São gênios aqueles de extraordinária capacidade intelectual. Diz-se, ainda, que é tênue a linha entre loucura e genialidade. São pessoas raras que costumam prestar atenção àquilo que geralmente é ignorado por parecerem irrelevantes.

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Ao contrário, talento e vocação não é raridade. Todos as têm em certo sentido. O desafio é descobri-los. Talento é a capacidade das pessoas gerarem resultados acima da média em situações específicas. Carlos Wizard, empresário e fundador das escolas Wizard, por exemplo, tinha talento para dar aulas. Começou a vida profissional dando aulas de inglês em casa para complementar a renda. Ensinou também língua portuguesa nos Estados Unidos. Como tinha proficiência em ambas as línguas, conseguiu transformar talento em resultados práticos.

O talento é tal como a luz: não a enxergamos diretamente, mas conseguimos ver os objetos que ela ilumina. O talento, simplesmente, existe e é possível vê-lo apenas na prática. Já a vocação tem origem no verbo latino “vocare”, que, por acaso, é a mesma origem da palavra “convocação” ou “chamado”. Isso significa dizer que todos nós temos um chamado, uma convocação, e são poucos os que a descobrem de forma tão rápida. Em geral, vocação é aquilo que fazemos com prazer.

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Reunir vocação e talento é como unir a luz ao objeto. Uma vez encontrados talento e vocação, acha-se o caminho, a direção a seguir. Como disse Aristóteles, onde se cruzam os nossos talentos e as necessidades do mundo, aí está nossa vocação; ou seja, nossas vocações internas podem suprir necessidades externas.

Há aqueles, no entanto, que, no catálogo extenso das profissões, não conseguem encontrar aquelas que supram seus talentos. Para alguns, o espírito empreendedor fala mais alto. Mas isso não significa dizer que pessoas empreendedoras não carregam bons talentos. Os empreendedores são aqueles que utilizam seus talentos e capacidades para executar seus sonhos e expectativas, suprindo necessidades que até mesmo o mundo desconhece.

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A educação favorece a busca pela vocação 

Educar supõe uma boa dose de sacrifício, principalmente porque envolve a busca pela vocação e o fomento de talentos. Diz-se que Carlos Wizard, apesar de todos os esforços, pensou diversas vezes em desistir. Com a ajuda da esposa, quem constantemente pedia que ele tentasse diversas vezes, procurou aperfeiçoamento e, só então, teve segurança para continuar tentando. Percebeu que poderia ser um grande exemplo para os filhos e continuou. Nesse caso, por meio da educação, Carlos Wizard aperfeiçoo o que julgava ser sua maior vocação.

Segundo o teólogo alemão Albert Schweitzer, a educação não é a principal forma de influenciar as pessoas, mas a única. Ela dá exemplos, referências e incentiva o aperfeiçoamento das vocações. Isso, de fato, é o melhor ensinamento que devemos ter sobre educação. Não peça que seus filhos sejam gênios, mas dê-lhes raízes e asas. Raízes porque precisam se tornar pessoas íntegras. Asas para sonhar. É importante entender que os filhos têm os seus próprios sonhos. Não são sonhos dos pais, mas deles próprios.

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Uma perspectiva interessante sobre educação que vale a pena reproduzir está no livro do executivo Emerson Weslei Dias. Inspirado no conceito do educador Paulo Freire sobre o “inédito viável”, Weslei Dias vale-se da didática Freiriana “educar para transformar” para defender que o maior empreendimento que jovens e crianças têm é a sua própria vida e, por isso, precisam de modelos de educação que o façam optar por caminhos que satisfaçam suas vocações e talentos.

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