Desenvolvendo estratégias eficientes para mobile

Bom dia, pessoal! Como estão hoje?

Vamos trabalhar nessa postagem diversas formas e técnicas para elaborar e desenvolver estratégias eficientes para dispositivos móveis – ou mobile, como chamaremos daqui em diante. 

Nem todos conhecem o Gustavo Caetano, cuja vida começou no mobile ao criar jogos para aparelhos portáteis. Ele é estudado pelo site MeuSucesso.com e é um exemplo nítido de como a tecnologia, agora mais móvel que fixa, se faz cada vez mais presente no cotidiano.

O mobile faz parte da vida de todos: desde pessoas comuns, por exemplo funcionários até os empreendedores.

Mas como criar e trabalhar uma estratégia firme, marcante para os usuários?

A chave é nada mais, nada menos, que o planejamento

Cada mobile é único, uma ferramenta individual, criada por um indivíduo específico para ser usada por outros indivíduos específicos.

O mobile acelera o estabelecimento, de longo prazo, de relações firmes entre a empresa desenvolvedora de tecnologia mobile e seus clientes – seu diferencial é que ele ajuda o empreendedor a enriquecer com ou sem essas relações.

Nas imagens nota-se uma diferença nítida: em 2005, ninguém tinha um celular na mão. Já em 2013, todos seguram um aparelho.

A tecnologia móvel se tornou parte da nossa vida em um tempo muito curto.

Então, como construir uma estratégia para tantas telas, modelos, aparelhos, marcas, usuários diferentes? Mais importante: como construir uma estratégia que funcione?

Hoje, você liga seu computador e encontra uma tela que já conhece e domina, já que a usa há tanto tempo. Isso também acontece com seu celular e tablet.

O mundo mobile é formado por vários, vários touchpoints (pontos principais, resumidamente); links, a parte de programação, de web, de comunicação e de mídia. Cada um desses touchpoints tem subpontos, dos quais trataremos os 4 principais a que você, empreendedor, que deseja se incluir na tecnologia portátil e fornecê-la para seus clientes, deve se atentar:

1: Quais são seus objetivos estratégicos?

É importantíssimo estabelecer objetivos claros, coerentes e palpáveis (atenha-se ao possível!) logo no começo e alinhá-los ao desafio do seu negócio ou da sua marca.

Sem responder a essas questões, você não consegue entender o porquê de estar desenvolvendo aquele trabalho.

2: De vital importância: Quem é seu consumidor?

Essencialmente, conheça e entenda seu consumidor.

Quem é ele? De onde ele veio?

Em meio a toda essa acessibilidade, estamos acostumados a deitar na cama à noite depois de olhar o celular, dormir, acordar e… olhar o celular. Ele é, literalmente, nossa primeira e última tarefa diária.

LEIA  O que é o CANVAS e como ele pode ajudar na hora de abrir sua empresa?

Mas durante o dia, o celular serve para tarefas e momentos específicos.

De manhã, você pode usar um aplicativo que controla sua ginástica e dá um parecer do resultado dos seus exercícios.

À tarde, uma ou outra mensagem no expediente comercial e olhar as horas.

À noite, mais mensagens, redes sociais, verificar o trânsito, algum jogo.

Por dia, passamos em média 150 minutos no celular. Muito mais que na televisão, no tablet e no computador, salvo exceções profissionais.

” Todos os nossos momentos são móveis. ”

A frase acima é um slogan, uma lei para quem deseja inserir cada vez mais a tecnologia em sua vida e na dos clientes.

O celular é, afinal, uma questão de sobrevivência.

Há quem diga que se sente nu quando sai de casa sem o celular e volta para buscá-lo, tamanha necessidade de ficar perto de amigos, parceiros ou familiares. O aparelho serve também para passar o tempo em momentos tediosos, como salas de espera.

O resultado de tanto trabalho, Einstein já temia…

anuncio-windows-mobile

Então, preste atenção: seu cliente usará o celular para tirar fotos, fazer vídeos, enviar mensagens, compartilhar informações em tempo real, comparar preços etc. Faz tão parte do seu cotidiano que ele nem se lembrará dessas tarefas, se for questionado.

É imprescindível levar isso em consideração.

Como o cliente age na hora da sua busca? O que e onde ele procura? Do que ele precisa e por quê?

Como o cliente usa o celular?

Cada um usa de um jeito, mas há certo padrão de aplicativos, duração e atividades.

Pense no seguinte: você está sendo útil para o cliente? Está oferecendo coisas de que ele realmente precisa e fará bom uso?

O mobile deve ser relevante para seu negócio, deve ser a solução dos seus problemas.

3: Quais são seus touchpoints? O que vai usar para se comunicar com seu cliente?

O que é mais importante: um aplicativo ou um site móvel?

Um site é mais acessível porque todo mundo está acostumado àquilo: entrar no link, esperar carregar e navegar. Mas se seu site não oferecer mobilidade, as chances de perder um cliente são bem grandes.

No aplicativo, você deve saber como usar as ferramentas de que dispõe e como oferecê-las ao cliente de forma mais prática.

Os vídeos, imagens, textos, contatos, e e-mails – são essenciais, pois hoje grande parte dos e-mails já é aberta em um aplicativo. A busca também tem seu peso: onde quer que o cliente esteja ele precisa ter informações.

A publicidade também deve ser estudada, pois trabalhar algo e não promovê-lo enterra e joga fora todo o processo.

LEIA  O que é Gestão Estratégica e como praticá-la?

Mensagens de texto são um canal relevante de comunicação no Brasil que atinge todas as camadas da população.

As redes sociais também aceleram a divulgação de tudo: todos usam a Internet para compartilhar informações e opiniões sobre os lugares que frequentam, pessoas que conhecem, e saber as novidades de conhecidos. Isso tudo impacta negócios e indivíduos tanto positiva quanto negativamente.

Os desenvolvedores da Apple, do Android, e do Windows Phone têm que pesar tudo isso na hora de criar um aplicativo ou uma função nova para seus aparelhos.

Lembre-se dessas três palavras: tecnologia, experiência e conteúdo.

A tecnologia permite aos usuários do aparelho explorar suas características, seu sistema, seus aplicativos.

A experiência se refere ao uso que cada um faz do próprio aparelho: a interface, os aplicativos, os atalhos dos mais acessados, o tempo de navegação, o tamanho da tela (uma necessidade).

Tudo isso é pessoal e se você quer desenvolver uma estratégia eficiente para ser usada em mobile, precisa considerar esses pontos para fisgar o cliente, convencê-lo a continuar usando o que você oferece.

O conteúdo, por fim, é o que faz o cliente querer voltar a usar aquele recurso. Um jogo interessante, por exemplo, precisa de uma boa história, personagens atraentes e poderosos, para o jogador querer sempre voltar e passar as fases.

Reflita: está explorando e promovendo bem seu negócio?

Para que desenvolver tecnologia mobile se não vai promovê-la?

E como promover? Através de quais canais publicitários?

A maioria você, como empreendedor e cliente, já conhece: a própria busca, os portais e redes sociais, mensagens, compartilhamentos e os Ads: propagandas virtuais que direcionam ao serviço com um clique.

4: Como medir os resultados? Não adianta nada criar e trabalhar em um aplicativo maravilhoso se não tiver uma estratégia para ativá-lo e promovê-lo.

Agora, pense no resultado que teve depois de implantar as estratégias que planejava. Ele pode melhorar?

Separamos algumas sugestões que permitirão estudar os frutos do seu trabalho e possíveis melhorias, como:

1: Mapear os KPIs. Quais são eles? Por que e para que ativá-los? Qual será sua consequência nesse produto, nessa campanha?

2: Na indústria é comumente dito que é preciso “tagear” tudo para conseguir medir os efeitos daquele “tag” individual. “Tag”, nesse caso, é a pequena linha de código dentro do mobile ativo e que torna possível a avaliação dos KPIs.

3: Analisar, replanejar e seguir em frente. A resposta nunca é encontrada de primeira, isso é difícil de acontecer. A maioria dos aplicativos que você conhece é resultado de uma evolução, de um processo longo, cheio de mudanças e correções.

LEIA  6 dicas para reinventar seu negócio

Então, reflita mais uma vez: você está planejando e ativando seus serviços, suas campanhas e suas estratégias mobile da melhor forma possível?

Retomando um pouquinho os pontos principais…

Objetivos: é essencial que os seus objetivos sejam clara e coerentemente definidos e suas expectativas sejam realistas.

Consumidor: conheça-o. Estude-o. Analise a relação dele com sua marca e seu serviço. Como o cliente usa, quando, para quê?

Oportunidades: aprendizados. Elas servem para que você explore sua estratégia mobile, seus touchpoints, como desenvolvê-los mais e torná-los melhores.

Iniciativas e KPIs: o KPI é o(s) objetivo(s) que você deve estabelecer para calcular e organizar suas formas de promoção e descobrir quem é seu cliente.

Eles estão relacionados ao seu cliente e à sua capacidade de ousar na tecnologia, na integração, no conteúdo e nas necessidades.

Ativação: um pouco mais direcionada às empresas com menor poder aquisitivo para promover o site, o aplicativo ou a campanha mobile.

Ao pensar em promoção, não entenda que deve jogar o nome da sua marca no ventilador e gastar montanhas de dinheiro em todos os canais de divulgação que encontrar.

Tenha foco. Um ou dois canais bastam, e de preferência os mais compatíveis de acordo com o perfil do consumidor e o processo de estratégia trabalhado acima.

Escolha os canais certo, ative seus serviços, teste, teste de novo, analise a escolha dos KPIs, estude-os de novo.

Quanto mais você conhece seu consumidor, mais você pode melhorar a ativação e divulgação dos seus serviços.

Resultados: analisar, replanejar, seguir em frente. Avaliar, refazer, otimizar.

O cliente está sempre evoluindo, então tenha em mente que o consumidor de hoje pode ter mudado totalmente de ideia amanhã.

Pense no mobile de forma estratégica

O mobile é a forma que você tem de se comunicar diretamente com seus clientes, de desenvolvedor para consumidor.

Portanto, entendê-los é parte enraizada da estratégia mobile (ou fixa) a ser criada e trabalhada e um exercício constante.

No entanto, talvez não haja o capital necessário para desenvolver todos os touchpoints, então trabalhe em partes.

Se seu cliente não usa iOs, por exemplo, não perca tempo nem dinheiro. Trabalhe na tecnologia Android, no site móvel ou fixo. Trabalhe no que ele usa e precisa.

Se seu cliente não tem muito poder aquisitivo, comunique-se com ele através das SMS. Hoje elas são vistas como pouco devido às ferramentas mais modernas como o WhatsApp, mas não subestime como elas são poderosas.

 

Por hoje é só, pessoal. O que acharam do conteúdo?

Comentem, compartilhem, entrem em contato se tiverem quaisquer dúvidas!

 

Postado em Estratégia