Como deve ser a fusão de duas empresas?

Os negócios no mercado estão em mudança constante, e ocorre uma grande variedade de modos de funcionar e apostar nos produtos e serviços. Em meio às modificações que podem parecer necessárias para uma melhor conformação ao mercado e para obter vantagem competitiva, a fusão corporativa surge como uma solução interessante. Você sabe quando seria aconselhável e como fazer a fusão de duas empresas? Como executar planos de fusão corporativa? Leia o post e descubra mais sobre o assunto.

Quando uma fusão de empresas é recomendada?

Basicamente, a fusão de empresas se trata de um instrumento jurídico utilizado a fim de que duas ou mais entidades unam forças e provoquem uma nova organização jurídico-empresarial. Nesse sentido, as equipem passam a trabalhar juntas, dividindo cargos e funções, congregadas em uma só hierarquia.

O melhor momento para se unir a outra empresa é quando ocorre uma mudança importante de mercado, de maneira que se pretenda diversificar os negócios, melhorar o acesso a investimentos ou equipamentos, arrecadar know-how que a outra entidade detém, ou outras medidas que proporcionem vantagem competitiva para as empresas fundidas.

Quais são os processos e etapas de uma fusão?

Embora objetivos financeiros ou estratégicos sejam geralmente as razões apresentadas para a maioria das fusões corporativas, o sucesso desse processo depende muito da capacidade de as duas (ou mais) empresas integrarem suas forças de trabalho em um todo hierárquico e hábil.

A execução de uma fusão corporativa normalmente passa por uma etapa inicial de estudos, para ver se isso vai realmente ser vantajoso para as entidades. Depois, há o plano de execução, com base no diagnóstico estratégico e na avaliação das empresas, o que vai determinar os suportes da negociação entre os gestores, com redução de riscos e mais chances de êxito na operação. A metodologia exige ainda a avaliação dos resultados, a fim de constatar se os objetivos foram de fato alcançados.

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É preciso mudar o regime empresarial?

Não existe a obrigatoriedade de que a nova empresa, fruto da fusão corporativa, adote algum regime de tributação específico, com base no lucro real, por exemplo. Mas é importante dizer que, de acordo com a legislação civil brasileira, a pessoa jurídica de direito privado que resultar de fusão torna-se responsável pelos tributos devidos, até a data do ato, pelas pessoas jurídicas de direito privado fusionadas. A mesma ideia é extensiva às outras dívidas.

Como ficam os colaboradores?

É importante que se diga também que o processo de fusão vai demorar provavelmente mais do que se espera. A nova empresa deverá ter algumas mudanças perceptíveis, como uma nova liderança ou novas composições hierárquicas na equipe. Por isso, é preciso organizar um bom roteiro para o sucesso, resolvendo o papel dos colaboradores dentro da cultura organizacional que foi criada. Vale a pena investir na participação e no engajamento dos colaboradores, não só para que a produtividade não seja negativamente afetada, mas também para que tenham a plena noção dos objetivos e metas do processo.

Você acha que pode ser um bom momento para fazer uma fusão de sua empresa com outra? Já pensou nos benefícios que isso poderia trazer para seu negócio? Estude sobre o assunto antes de tomar a decisão e, se quiser se manter informado sobre isso, não deixe de assinar nossa newsletter.

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